RESENHA: Uma prova de amor - Emily Giffin



E ai pessoal? Tudo certo? Hoje é dia de mais resenha por aqui, desta vez, da Ana! A Ana tem conseguido me surpreender cada vez mais com suas resenhas, isto porque ela é objetiva, direta e consegue instigar interesse pelos livros que resenha. Creio que não sou só eu que penso assim, pois afinal, alguns leitores estão começando a comentar e deixar seus comentários nos posts dela. Não é para menos, não é? Então por isso, eu mais do que indico a leitura desta crítica literária para vocês!


Primeiro vem o amor, depois vem o casamento e depois… os filhos. Não é assim?
Não para Claudia Parr. A bem-sucedida editora de Nova York não pretende ser mãe, e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben.
O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito: amoroso, companheiro e — assim como Claudia — também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?
Uma Prova de Amor é um livro divertido e honesto sobre o que acontece ao casal perfeito quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais. Contudo, é também uma história sobre como as coisas mudam, sobre o que é mais importante, sobre decisões e, especialmente, sobre até onde se pode ir por amor.




Emily Giffin é certamente a minha autora favorita de todos os tempos e sempre que leio um livro dela me assusto um pouco com a capacidade dela de me fazer simpatizar com seus personagens, mas certamente desta vez ela se superou. Ler esse livro me fez ter sintomas de alguém que está sofrendo por amor, em determinados momentos até falta de ar, a autora me fez sentir, inclusive aquele aperto no estômago de arrependimento por coisas que sua protagonista – e não eu, disseram. E não, esse livro não é divertido como diz a sinopse, é claro que tem umas passagens engraçadas, mas principalmente, esse é um livro para ser sentido, e como tenho falado bastante em minhas resenhas ultimamente, é para ser refletido sobre nós mesmos e nossas escolhas. Sobre prioridades no amor e na vida. 

O livro vai nos contar a estória de Claudia que sabe que não quer ter filhos desde que era uma criancinha e tem dificuldade para engatar relacionamentos longos justamente por esse motivo. A maioria das pessoas busca um relacionamento para se estabelecer e casar, e quando os namorados percebem que ela fala serio a respeito de não querer filhos, ela acaba sozinha. Então ela conhece Ben e para sua sorte Ben tem a mesma opinião que ela. Filhos nos privam de viver como realmente queremos. E como esperado, eles casam e vivem felizes por cerca de três anos, até que um dos dois muda de ideia, e a partir daí começa o drama a respeito da melhor decisão. Você teria um filho em nome do amor, ou encerraria um casamento até então perfeito? Juntamente com isso Claudia tem que lidar com os dramas familiares das irmãs e dos pais, além dos problemas amorosos da melhor amiga Jess.

– Nunca diga nunca – Jess diz.
Esse tem sido seu mantra há anos e acho que estou finalmente começando a concordar com ela. Não existe garantia em relacionamentos. Você não pode acreditar que não vai mudar. Você não pode esperar nada a não ser o inesperado. Você só vai arrumar encrenca se acreditar que é exceção à regra.
Pág. 226

Novamente, como a maioria dos livros que eu tenho lido recentemente, a maioria tem realmente vindo para mim com uma mensagem pessoal, pois assim como Claudia, tenho meus próprios receios quanto à maternidade e casamento. 
Em resumo, apesar das 432 páginas, vale muito a pena, e se você gostar tanto quanto eu, posso garantir que em até uns quatro dias você termina de ler. 

O livro é romântico, triste, lindo. Eu recomendo!!!



Tem 26 anos, estuda hotelaria e é aquariana em todos os sentidos. Apaixonada por livros, julga-os pela capa e adora uma boa promoção. Também gosta de filmes de todos os gêneros, principalmente terror. Adora assistir séries de TV junto com o maridão e música boa, apesar de não entender muito de música.





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2 comentários:

  1. Oi Ana !

    Também sou um fã da Emily Giffin, os livros dela sempre me emocionam .. Ah, com certeza vou me dar bem com a Claúdia, não pela escolha dela, porque tenho certeza de que quero ser mãe, mas pela determinação dela de não querer algo. Não sei se quem quer a criança é ela, imagino que não seja, mas penso que toda mulher em uma fase da vida deseja ser mãe .. Com certeza irei ler esse livro, espero que ele me prenda também!
    Bjs

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    Respostas
    1. Oi Vitória!

      A Emily é a melhor. E realmente sua determinação me fez pensar se eu tomaria as mesmas decisões. Espero sim, que você curta o livro tanto quanto eu.
      Acabei de solicitar no skoob O Noivo da Minha Melhor Amiga, que é o único que eu ainda não tenho e com certeza vou passar na frente dos outros.

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