RESENHA: A aposta - Rachel Van Dyken



Boooa tarde pessoal, como estão se saindo nesta segundona? Espero que bem! Chegou a hora de soltar mais uma super resenha para vocês, feita por uma de nossas colunistas, a Simonir. Espero que vocês, assim como eu, gostem e que não se esqueçam de deixar comentários. Aposto que a Simonir vai adorar saber o que vocês têm achado do trabalho dela.

A APOSTA – RACHEL VAN DIKEN

Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. O amigo de infância que Kacey não via há anos é hoje um dos homens mais poderosos e cobiçados de Seattle. E ele precisa de um favor dela: que ela finja ser sua noiva em uma viagem para visitar a avó Nadine, que está muito doente. Kacey aceita sem hesitar, afinal, o que poderia acontecer em apenas quatro dias? Mas o que ela não esperava era reencontrar Travis, o irmão mais velho de Jake, Quando mais novo, ele adorava perturbar Kacey: já incendiou uma boneca, colocou uma cobra em seu saco de dormir. Por isso, recebeu dela o apelido de “Satã”. Mas depois de tantos anos, Kacey se vê diante de um homem lindo, por quem se apaixona no momento em que vê o seu sorriso. O que ela não sabe, no entanto, é que os dois irmãos haviam feito uma aposta quando eram meninos: quem se casasse com Kacey receberia um milhão de dólares. Em “A Aposta”, da autora best-seller do New York Times Rachel Van Dyken, Kacey terá que descobrir qual dos irmãos é o cara certo e fazer sua escolha. Essa é a única certeza que lhe resta.




Bom Jake e Kacey são amigos desde sempre e após o ensino médio, Jake passou a ser também uma grande paixão de Kacey. Travis aparentemente é o irmão mau, aquele que provoca, que briga, que implica com a amiga do irmão caçula. Mas já diria minha própria avó, toda implicação sem motivo aparente é um bem querer disfarçado, e com o passar do tempo Kacey vai descobrindo que apesar do envolvimento com Jake, seu coração balança mesmo é pelo famoso satã, como ela mesmo o apelidou. Isso porque apesar de terem crescidos juntos Jake acaba se tornando aquele playboy lindo mas ainda assim metido, mulherengo e egocêntrico. Já Travis é o irmão centrado, que sempre foi apaixonado pela melhor amiga do irmão e nunca soube direito como se comportar ao lado dela.
Sabe quando você aposta (e não, não é um trocadilho, rsrs) em um livro, acha a proposta mega interessante, escuta falar bem do bendito, e aí quando lê pensa "Não acredito". Pois bem, foi assim essa leitura. A sinopse super me atraiu, a capa é linda, a proposta do livro parece ser bem bacana, mas não chega a ser tudo isso não. Calma! Não me julguem... Vos esclareço o porque! Ele não é de todo mau, vá lá... tem seus encantos, digamos... Todo o encanto concentrado no delicioso Travis, e na vovó maluquete deles. Massss os três - Travis, Jake e Kacey - são extremamente imaturos, os três estão na casa dos vinte, mas agem como se tivessem 15/16, isso mega me incomodou. Primeiro porque cada um é bem sucedido a sua maneira, um ceo da empresa da família, o outro dono de Chalés/Pousada/Restaurante, e quando você pensa em homens nesse nível, imagina homens decididos, com 29/30 anos, ela é a que deveria ter menos idade do triangulo, no livro diz 21 mas mais parece 15.
As brigas e provocações são muitos infantis e chatas de se ler, daquele tipo que você só vê em casos de pré adolescentes. Ao ponto de mostrar a língua, um cuspir no outro no momento da raiva... Não, isso definitivamente não funcionou pra mim. Deixando essa coisa de idade/maturidade de lado, a escrita em diversos momentos torna-se confusa. Me peguei lendo e relendo alguns trechos para entender quem falava com quem, quem brigava com quem, quem tinha entrado na briga de quem, SIM, porque são inúmeras brigas. As coisas só ficam melhores quando enfim Travis resolve se declarar, e mostrar quem ele realmente é, mas no geral deixou muito a desejar, esperava mais. Já a vó deles é uma maluca, rsrs, arma várias situações que as vezes ajuda e outras bagunça ainda mais as coisas, mas dei algumas risadinhas com ela. O livro é curtinho e você acaba ele, no máximo em dois dias.

Nota: Duas estrelas pelo excesso de brigas, birras e discussões sem fundamento e pela imaturidade do triangulo, apesar de suas idades citadas no livro e pelos altos cargos de responsabilidade profissional de cada um.

Simonir Rodrigues
26 anos, pernambucana de natureza, paulista de coração e ama a cidade da garoa.
Tem o dom de se viciar facilmente em tudo que desperta sua paixão: música boa, livros, filmes e séries. De alma apaixonada, que escrever por prazer e nesse processo vai se descobrindo, aspirante a blogueira, que não resiste a um "bicho de pé" (o doce)!


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4 comentários:

  1. Desanimei agora...rsrs
    tbm nao gosto de brigas desnecessarias no enredo, fica chato =/
    Acho que eu leria por causa da vó, vc disse que ela é maluca...rsrs ja gostei dela, fiquei curioso pra saber o grau da maluquice dela.... kkkkkkkkkkkk

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    1. Aíii a vó deles é uma graça mesmo, rsrs... tem uma sabedoria de vida mto legal, e fora que é toda desencanada... Ela salvou o livro!

      Obrigada pelo comentário,
      Simonir Rodrigues

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  2. Não havia ouvido falar nesse livro ainda, mas pela resenha nem me interessei...uahsuahsuahs
    Odeio qnd um autor constrói personagens q n tem a idade 'mental' certa! É mto frustante!
    Birrinhas de livros me irritam mais q as birras reais! hahaa

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    1. Hahaha... Exatamente isso Bianca!
      Qdo estava lendo, ficava pensando, mas esse menino é mto novo para ser CEO de uma empresa, aí quando começava as birras, já pensava: Gente mas nessa idade e com essas brigas infantis!
      Não entendi a construção desses personagens! rsrs

      Bjos, obrigada pelo comentário!
      Simonir Rodrigues

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