RESENHA: O amor mora ao lado - Debbie Macomber



Bom dia galera do Drunk, como é que vocês estão? Hoje eu estou aqui, trazendo mais uma super resenha para vocês e de um livro muito fofinho. A resenha foi escrita lindamente pela Simonir e espero que vocês gostem. Não se esqueçam de deixar comentários, em breve vou divulgar uma novidade bem bacana por aqui à respeito, e quem já estiver adiantado vai ganhar pontos. Tenham um ótimo dia, mais tarde tô de volta!

O AMOR MORA AO LADO – DEBBIE MACOMBER

Lacey Lancaster sempre quis ser esposa e mãe. No entanto, depois de um divórcio bastante doloroso, ela decide que é hora de dar um tempo em seus sonhos e seguir sozinha mesmo. Mas não tão sozinha: sua gatinha abissínia, Cléo, torna-se sua companhia de todas as horas. Até é uma vida boa — um pouco aguada, é verdade — a de Lacey. A não ser por seu escandaloso vizinho, Jack Walker. Quando Jack não está discutindo, sempre em voz muito alta, com sua namorada — com quem insiste em morar junto — está perseguindo seu gato, chamado Cão, pelos corredores do prédio. E Cão está determinado a conseguir que a gatinha Cléo sucumba aos seus avanços felinos. Jack e Cão são realmente muito irritantes. Mas acontece que a primeira impressão nem sempre é a que fica...







Sabem aqueles livros rapidinhos e gostosinhos de se ler? Pois é a Editora Novo Conceito nos proporciona exatamente isso com o livro, O amor mora ao Lado, ele é leve, engraçado, com uma capa fofíssima, e uma estória que te prende e você acaba ele muito rapidinho. Lacey tem uma relação com sua gata, Cléo, que te faz rir... E só quem ama seu bichinho de estimação para entender o amor que ela devota a gata e o cuidado que tem com ela e sua "honra". Assim como também irá entender como Lacey desabafa com Cléo como com nenhum outro ser vivo, desde de seus momentos de insegurança e stress do dia a dia no trabalho, até a atração que o vizinho lindo e um tanto quanto safado desperta nela.
O vizinho Jack Walker contrariando todo aquele estereótipo criado pela sociedade de que, quem tem gatos como seu bichinho de estimação são mulheres solteiras ou a velhinha com seu tricô, tem um gato que foi batizado com o nome Cão, é pois é, o nome do gato é mesmo Cão. Jack é aquele vizinho sexy e barulhento mas que sempre foi interessado em sua vizinha desde que ela se mudou para o apartamento ao lado, e constantemente a chamava para um café, Lacey por sua vez sempre reservada e disposta a afastar os perigos de uma relação e se recuperando de um coração quebrado por seu ex sempre recusava ou adiava.
Até que um dia Cão engravida Cléo, e Lacey como dona super protetora vai tirar satisfação com o vizinho, Jack, que por sua vez vê uma oportunidade perfeita para se aproximar e derrubar as barreiras que Lacey insisti em construir, e aos poucos vai mostrando para ela que ele não é quem ela pensa e você começa a se deliciar com o inicio da relação dos dois e a se apaixonar pelas vezes em que se declara a sua vizinha.

“- Eu me lembro do dia em que você se mudou para cá - ele disse suave e claramente. Seu olhar estava sombrio e intenso - Percebi naquele momento o quanto queria conhecê-la. Havia algo de vulnerável em você. Então, esperei. Já faz um ano e ainda estou esperando, mas estou começando a perder a paciência." Página 44

Como eu disse antes, o livro é gostoso de ler, e você termina ele super rápido também e de uma maneira leve acaba se apaixonando pela relação dos dois e os fatos engraçados da gravidez de Cléo e as tentativas de Jack de conquistar Lacey e a arte de cada capitulo é muito, muito fofa assim como a arte da capa, eu adorei, seguem algumas imagens:





Assim como também no final do livro contém algumas receitas de petiscos caseiros para seu gato, - eu achei isso um máximo gente! Os amantes dos gatos vão adorar o romance e a arte do livro, além de ainda aprender a preparar uns petiscos caseiros para seus companheirinhos. Só achei que ficou faltando um desfecho maior no final, acaba muito rápido e você não sente uma entrega maior dos personagens, não que seja ruim, mas esperava um pouquinho mais da vida de ambos.


Simonir Rodrigues
26 anos, pernambucana de natureza, paulista de coração e ama a cidade da garoa.
Tem o dom de se viciar facilmente em tudo que desperta sua paixão: música boa, livros, filmes e séries. De alma apaixonada, que escrever por prazer e nesse processo vai se descobrindo, aspirante a blogueira, que não resiste a um "bicho de pé" (o doce)!

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