RESENHA: A estrela que nunca vai se apagar - Esther, Lori e Wayne Earl



Booooa tarde galera, como é que vocês estão? Chegou a hora de voltar com mais um post super bacana para vocês; resenha da nossa super colunista Ana, sobre 'A estrela que nunca vai se apagar'. Bora conferir? Não se esqueça de comentar bastante e participar do Top Comentárista! :D

A ESTRELA QUE NUNCA VAI SE APAGAR – ESTHER, LORI E WAYNE EARL

Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa “estrela”, ela marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo enquanto enfrentava com graciosidade o desgaste físico e mental causado pela doença. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte. A estrela que nunca vai se apagar é uma biografia única, que reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujos carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas.





  
Apesar deste livro não ter sido escrito pelo John Green ou do John Green ter se baseado na Esther da vida real para escrever seu mais aclamado romance A Culpa É Das Estrelas, tenho que dizer, sim, eu gosto do John, pois ele nos permitiu conhecer Esther. A Esther da vida real era linda de corpo e alma, mas justiça seja feita, doenças terminais não as deixam conhecidas por mais incríveis que elas sejam. E a amizade dos dois  - eles se conheceram em uma convenção sobre Harry Potter – acabou por tornar essa pessoa linda que é a Esther, em um símbolo de amor, força e positividade. Então obrigada John.
Logo que este livro foi lançado, eu decidi que queria muito ele, mas não esperava que levaria tanto tempo para ler um livro – levei sete meses. Por quê? O que o livro tem de lindo e divertido em muitos momentos tem de triste, esse é um daqueles livros que partiram meu coração e eu sempre precisava de um tempo para me recuperar entre uns capítulos e outros.

“Dizemos a nós mesmos que vamos nos inspirar nas histórias de sofrimento – que aprenderemos a ser gratos por cada dia, ou mais compreensivos, ou qualquer coisa assim. Essas reações, embora por certo bem-intencionadas, em última análise os desumanizam: Esther não era incomum porque estava doente, mas porque era a Esther; e ela não existiu para que o restante de nós pudesse aprender Lições Importantes da Vida. O significado da vida dela – como o de qualquer outra – é uma questão enlouquecedoramente ambígua e envolta em incerteza.” Pág 16 – Introdução por John Green)

O livro é em si, uma iniciação - com uma linda introdução do John Green -, seguida pela apresentação da história de Esther pelos seus pais e é permeado por fotos, trechos dos diários pessoais, cartas, cartões de aniversários e pelo relato dos amigos, principalmente feitos através da internet. O livro inclui atualizações de um blog criado pelos pais para manter a família e os amigos por dentro da saúde da Esther, suas consultas médicas e a evolução da doença. Traz também trechos das conversas online com os amigos na internet. Devido a doença, Esther passou a maior parte do tempo na cama e com movimentos bem limitados, o que permitiu que ela fizesse muitos amigos na internet e se aproximasse dos atuais.
Me peguei chorando nos momentos mais inusitados, nas transcrições dos diários e no final do livro, onde após sua morte tem cartas da família e amigos para Esther, falando de saudade e dor, e é realmente triste.
O que realmente mexeu comigo com relação aos diários era perceber como ela via sua própria doença, e ao contrário do que se pensa, eu não me coloquei tanto no seu lugar quanto me coloquei no lugar dos pais lendo esses diários só depois da sua morte e não podendo confortar sua filha por seus pensamentos de culpa por tudo que o seu câncer impôs a família como a mudança de emprego do pai e a falta de dinheiro da família e a tristeza que ela estava causando a família. Mas ao mesmo tempo a descrição da sua aproximação de Deus e sua aceitação da doença como algo positivo, lhe dando uma visão diferente e amadurecimento.

"É verdade que não sei se os planos de Deus incluem ou não minha morte iminente ou se vou viver até fazer cento e quatro anos. Mas sei que Deus tem um plano. Ele não está sentado no céu... SEM ter um plano! Está no controle, mas ainda estou preocupada. Vivo cada dia, agradeço por ele e me preocupo, me preocupo, me preocupo.” Pág. 134

Meu conselho é, se você está pronto pra chorar e pensar em como a vida pode ser tão injusta, mas ainda assim quer conhecer uma pessoa incrível, mesmo que ela esteja mas entre nós, então vale a pena. Eu nunca passei pela situação de perder alguém que amo, menos ainda por uma doença que vai enfraquecendo e debilitando aos poucos, mas o livro me aproximou da Esther e fez cada lágrima e cada sorriso valer a pena. Sinto que não fiz jus ao quanto o livro realmente é bom, mas mesmo assim, fiquei muito feliz pela oportunidade de ter conhecido essa estrela, mesmo que só através de suas palavras.


Ana Cristina
Tem 26 anos, estuda hotelaria e é aquariana em todos os sentidos. Apaixonada por livros, julga-os pela capa e adora uma boa promoção. Também gosta de filmes de todos os gêneros, principalmente terror. Adora assistir séries de TV junto com o maridão e música boa, apesar de não entender muito de música. 



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3 comentários:

  1. Realmente a história dela é linda e mto mto MUUITO emocionantee!
    O livro é lindo e colorido!
    John se inspirou bem p escrever o livro!
    Acho q este livro é daqueles em q todas as pessoas do mundo deveriam ler!
    É mto amor!

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  2. Tenho esse livro alqui mas ainda nao li, mas sei da historia da Esther e é mais que linda, emocionante, esse livro vai entrar pra minha meta de leitura em 2015 com certeza, quero poder conhecer mais sobre ela.

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  3. É Douglas, mas vai lendo aos poucos, pois é muita emoção para um só coração!

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