Resenha completa de A Hospedeira


Heey Drunk Lovers, ou não, já que isso aqui está tipo MUITO parado ¬¬
Hoje eu trouxe pra vocês a resenha completa de A Hospedeira, vencedora da nossa primeira batalha literária o/
Essa foi feita pela Lelen, aproveitem que mais tarde tem resenha :B



A Hospedeira - Vencedora da Batalha Meyer


Sinopse:

Melanie stryder se recusa a desaparecer. Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.

Quando Melanie, um dos humanos "selvagens" que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a "alma" invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.

Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.


Resenha crítica, por Lelen:

“Melanie Stryder se recusa a desaparecer. Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.”

E essa é basicamente a estrutura do romance ficcional de Stephenie Meyer. Peregrina foi a alma escolhida para ocupar o corpo de Melanie, e teve a infelicidade – ou talvez a felicidade – de lidar com uma humana rebelde. Como dito, Melanie se recusa a desaparecer e deixar que seu corpo seja totalmente tomado por vidas alienígenas. Volta e meia a humana tenta “bloquear” seus mais profundos e importantes pensamentos, a fim de frustrar ao máximo as intenções das Almas de rastrearem os poucos humanos restantes. Mas essa parede na mente de Melanie não é assim tão eficiente, ao menos não quando Peregrina – e consequentemente o corpo de Mel – está dormindo. Peg – o modo como carinhosamente é chamada mais tarde – tem sonhos com algumas pessoas muito especiais para Melanie, o que deixa a hospedeira completamente em pânico. Mas talvez, pior do que pensar que acabou entregando aqueles que ama, é ver sua pior inimiga se apaixonando por essas pessoas também. Melanie ama Jared... E Peregrina também.
E por mais que ter de dividir sua paixão com alguém e ainda ouvir e saber o que esse alguém pensa sobre isso, esse foi o ponto de partida para a aventura começar.


Peg não é uma alma comum, mesmo querendo que assim fosse, ela não é. Recebera o nome de Peregrina por peregrinar de planeta em planeta, sem nunca encontrar seu lugar certo, enquanto que suas irmãs almas normalmente encontram seu verdadeiro lar em uma ou duas trocas de planetas. Depois de sentir o quão intensas são as emoções humanas, Peg não tem mais saída, ou se dá ao luxo de seguir seu coração, ou descarta o corpo de Melanie e se instala num novo, o que para Peregrina, a que vivera cerca de nove vidas diferentes, estava fora de cogitação. Por mais que as duas – Melanie e Peg – tenham suas diferenças por motivos óbvios, os mesmo motivos as uniram. Elas sairiam em busca de Jamie, o pequeno e fofo irmão mais novo de Mel, e de Jared, o amor de ambas.

Encontrá-los não fora fácil, mas lidar com as reações de todos de duas formas diferentes num mesmo corpo faz com que ter de caminhar em meio ao deserto sem água seja uma coisa tranqüila a se fazer.


A Hospedeira é a segunda série que tia Steph começou (Sim, série. O segundo livro teria o título de “The Soul” que seria “A Alma”), e ao chegar ao fim do livro, podemos ver nitidamente o seu avanço na escrita. Por mais que The Host seja um livro impopular se levarmos em conta o sucesso da Saga Crepúsculo, este livro – e mais pra frente série, caso a autora se anime a continuar, o que eu particularmente espero muito que aconteça – merece total atenção e tantos fãs quanto Twilight. A Hospedeira é um romance consideravelmente mais maduro de Stephenie Meyer, e por abordar de certa forma o fim dos humanos, faz você pensar em algumas muitas verdades que acontecem no nosso mundo. Viciante, tocante e apaixonante por cada palavra e personagem da trama. Não perca a oportunidade de apreciar esta nova experiência de uma das autoras mais famosas do momento!


Outras críticas:


“A Hospedeira corresponde às expectativas de sua fama: combina ficção científica e romance de uma forma que nunca dera tão certo.” – Library Journal

“Com cenas inesquecíveis e perturbadoras que apontam questões fascinantes sobre distinções entre a essência da humanidade e seu corpo físico, é uma leitura arrebatadora.” – Booklist

“Um thriller de ficção científica atormentador.” Publishers Weekly


Stephenie Meyer, criadora da fenomenal série de vampiros adolescentes, Crepúsculo (Twilight), assume um romance paranormal em território alienígena, em seu primeiro romance adulto. Aqueles que suspeitam de ficção científica ou angústias adolescentes serão agradavelmente surpreendido com este grau de maturidade e de imaginação investigativa, propulsionados por partes iguais de ação e emoção. Uma espécie de parasitas altruísta pacificamente assumiu o controle das mentes e dos órgãos da maior parte dos seres humanos, mas a delicada Melanie Stryder não vai entregar sua mente para a alma alienígena chamada Wanderer. Perturbada pelas memórias insistentes de Melanie do namorado Jared, Wanderer desiste do anseio do corpo dela e decide ir ao deserto para encontrá-lo. Provavelmente o primeiro triângulo amoroso envolvendo apenas dois corpos, é obviamente romântico, e os personagens (humanos e alienígenas) genuinamente adoráveis. Leitores intrigado ainda familiarizados por este mundo alienígena irão notar alegremente que o final da história deixa a porta aberta para uma seqüência — ou uma outra série.

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